MoneyLab
  • MoneyLab
    • Missão e Objetivos
    • Quem somos
  • Serviços
    • Formações
    • Eventos
    • Conteúdos
  • Ferramentas
    • Livros
    • Simulador de crédito à habitação
    • Simulador poupança mensal-objetivo
  • Artigos
    • Gestão do Dinheiro
    • Poupar
    • Investir
    • Impostos
    • Crédito
    • Seguros
    • Educação
    • Trabalho
    • Lazer
  • Media
    • Media

      TVI (Economia 24)

      11/05/2018

      Media

      RTP (A Praça)

      07/12/2017

      Media

      RTP1 (Agora Nós)

      26/01/2017

      Media

      Jornal Económico

      04/01/2017

      Media

      Canal Q (Inferno)

      22/11/2016

      Media

      SIC Mulher (Faz Sentido)

      22/11/2016

      Media

      TVI24 (Discurso Direto)

      08/11/2016

      Media

      Expresso

      06/11/2016

      Media

      RFM (Café da Manhã)

      03/11/2016

      Media

      SIC (Grande Tarde)

      31/10/2016

  • Academia Financeira
  • Área Reservada
  • Contactos
Destaques
Gás natural sobe 150% num ano e Brent...
BCE sobe juros para 2,5% e Trump promete...
Como Ganhar com os Juros Compostos
À conversa com Sara do Ó, Fundadora e...
Como resgatar o FCT para formação dos colaboradores
Poupar ou viver? O falso dilema do dinheiro
Ganha mais e mesmo assim o dinheiro não...
Como é que as várias classes de ativos...
Amor e Dinheiro: A conversa que muitos casais...
Não deixe o dinheiro parado no banco!

MoneyLab

  • MoneyLab
    • Missão e Objetivos
    • Quem somos
  • Serviços
    • Formações
    • Eventos
    • Conteúdos
  • Ferramentas
    • Livros
    • Simulador de crédito à habitação
    • Simulador poupança mensal-objetivo
  • Artigos
    • Gestão do Dinheiro
    • Poupar
    • Investir
    • Impostos
    • Crédito
    • Seguros
    • Educação
    • Trabalho
    • Lazer
  • Media
    • Media

      TVI (Economia 24)

      11/05/2018

      Media

      RTP (A Praça)

      07/12/2017

      Media

      RTP1 (Agora Nós)

      26/01/2017

      Media

      Jornal Económico

      04/01/2017

      Media

      Canal Q (Inferno)

      22/11/2016

      Media

      SIC Mulher (Faz Sentido)

      22/11/2016

      Media

      TVI24 (Discurso Direto)

      08/11/2016

      Media

      Expresso

      06/11/2016

      Media

      RFM (Café da Manhã)

      03/11/2016

      Media

      SIC (Grande Tarde)

      31/10/2016

  • Academia Financeira
  • Área Reservada
  • Contactos
DestaquesInvestir

Juros da dívida americana em máximos desde 2007 e a intervenção do Tesouro dos EUA

escrito por MoneyLab 21/08/2026

O mercado obrigacionista voltou ao centro das atenções esta semana, e por más razões. A yield das obrigações do Tesouro norte-americano a 30 anos tocou os 5,339% na terça-feira, o valor mais alto desde 2007. A taxa a 10 anos, referência para grande parte do crédito na economia, chegou aos 4,75%, um máximo de 19 meses. No mesmo dia, a dívida pública dos Estados Unidos ultrapassou pela primeira vez a barreira dos 40 biliões de dólares, o dobro do valor registado há apenas uma década. A resposta do Governo americano foi rápida, mas o efeito durou pouco mais de 24 horas.

Petróleo, inflação e um cessar-fogo que expirou

Convém recordar como funciona o mercado obrigacionista, porque a dinâmica explica quase tudo. O preço das obrigações e a yield movem-se em sentidos opostos. Quando os investidores vendem dívida em massa, o preço cai e a yield sobe. Foi exatamente isso que aconteceu. O gatilho foi o fim do cessar-fogo de 60 dias com o Irão sem qualquer acordo duradouro, que fez subir o preço do petróleo e reacendeu o receio de uma nova vaga inflacionista. Para quem detém uma obrigação a 30 anos, a inflação é o principal risco, porque corrói o valor real dos juros fixos que vai receber ao longo de três décadas. E se o risco aumenta, a compensação exigida pelos investidores (a yield) também aumenta.

Mais dívida, menos compradores para a absorver

O problema, contudo, é mais profundo do que o impacto do Médio Oriente. Em julho, a despesa federal americana superou as receitas em 432 mil milhões de dólares, o maior défice mensal desde 2021, e Washington deverá emitir mais de dois biliões de dólares de dívida nova só este ano. Do lado da procura, a concorrência aumentou. As grandes tecnológicas também estão a emitir dívida corporativa a um ritmo elevado para financiar o investimentos em centros de dados e infraestrutura de inteligência artificial, atraindo capital que antes ia para obrigações soberanas. Ao mesmo tempo, os fundos de pensões, historicamente compradores estáveis de dívida pública, têm vindo a reduzir exposição, sendo substituídos por investidores privados mais sensíveis ao preço. A somar a tudo isto, a decisão do novo presidente da Reserva Federal, Kevin Warsh, de deixar de sinalizar a trajetória das taxas de juro deixou o mercado sem visibilidade, e menos visibilidade significa um maior prémio exigido pelos investidores para cobrir a incerteza.

A intervenção de Scott Bessent

Perante esta pressão, o Tesouro americano interviu. Na quarta-feira, o secretário Scott Bessent anunciou que vai pelo menos duplicar as recompras de dívida de longo prazo, de 2 mil milhões para um mínimo de 4 mil milhões de dólares por operação, entre 9 de setembro e 4 de novembro. O anúncio apanhou o mercado de surpresa e teve um efeito imediato. A taxa a 30 anos recuou para 5,196%, e a de 10 anos fechou nos 4,647%. No dia seguinte, Bessent foi mais longe em declarações à CNBC, admitindo montantes acima dos 4 mil milhões e classificando a liquidez das obrigações a 30 anos como muito fraca. Ainda assim, as yields voltaram a subir e anularam praticamente toda a descida.

Um problema estrutural que a recompra por parte do Tesouro não resolve

Um reforço de 2 mil milhões de dólares por operação é pouco significativo num mercado de dívida pública americana com cerca de 32 biliões de dólares. E sobretudo, não altera a origem do problema. Os Estados Unidos mantêm um défice anual entre 6% e 7% do PIB e não têm um plano anunciado para o reduzir. Vários analistas notaram ainda que mudar o calendário a meio do trimestre quebra a tradição de emissões “regulares e previsíveis” que sustenta a credibilidade do Tesouro, o que pode acabar por aumentar, e não diminuir, o prémio exigido pelos investidores. E o fenómeno não é exclusivamente americano. Na Europa, a yield do Bund alemão a 10 anos atingiu 3,22%, máximo desde 2011, e a dívida francesa a 30 anos aproximou-se dos 4,9%, nível mais alto desde 2008, pressionada pelo aumento previsto da despesa militar e pelas contas públicas em França. Japão e Reino Unido seguem a mesma trajetória.

O que isto significa para quem investe

Taxas de longo prazo mais altas têm consequências concretas. Encarecem o crédito à habitação, o financiamento das empresas e o serviço da dívida dos Estados, que ficam com menos margem orçamental para tudo o resto.
Para quem investe em bolsa, a questão é outra. Yields elevadas competem diretamente com as ações, porque se a dívida pública paga acima de 5% com risco de crédito reduzido, parte do capital tende a sair dos ativos de risco. Além disso, taxas de desconto mais altas penalizam sobretudo as empresas cuja avaliação assenta em lucros distantes no tempo, como as tecnológicas de crescimento. Por agora, os bons resultados empresariais têm sustentado as bolsas, com as expectativas de lucros do S&P 500 e do Stoxx 600 ainda robustas. Mas se o mercado obrigacionista continuar a exigir mais, vai ficando progressivamente mais difícil de sustentar.

Juros da dívida americana em máximos desde 2007 e a intervenção do Tesouro dos EUA was last modified: Agosto 27th, 2026 by MoneyLab

Related

1
Facebook Twitter Google + Pinterest
artigo anterior
Moderna dispara 177% em bolsa após avanço no tratamento contra o cancro
próximo artigo
EUA impõem tarifas de 50% ao Canadá e novas sanções ao Irão

Relacionados

Como subscrever Certificados de Aforro (passo a...

25/07/2023

Jerónimo Martins brilha e continua a animar...

14/10/2021

Onde estão as oportunidades no imobiliário em...

10/03/2026

MoneyLab lança jogo de educação financeira

29/10/2021

Descubra em que ações apostam os fundos...

18/11/2022

A estratégia de market timing

13/11/2024

Os recados de Buffett e Munger

10/05/2023

À conversa com Sara do Ó, Fundadora...

15/07/2026

BCE mantém taxas de juro inalteradas

03/11/2025

“Gen Z”: como é a nova geração...

08/11/2022

Newsletter

Subscreva a nossa Newsletter!

Receba toda a informação atualizada sobre os nossos conteúdos e eventos de  finanças pessoais .

Opinião

  • A Irracionalidade dos Mercados

    Bárbara Barroso
    26/06/2025

Redes sociais

MoneyLab
Facebook Instagram Linkedin Youtube

Áreas

  • Formação
  • Conteúdos
  • Eventos
  • Artigos

Finanças Pessoais

  • Simulador de crédito à habitação
  • Simulador poupança mensal-objetivo
  • Livros
  • Media

Fale connosco

  • Política de Privacidade
  • Termos e Condições
  • Livro de Reclamações
  • Contactos e Informações
  • Facebook
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube