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Perspetivas para 2026 nos mercados financeiros: o que esperar segundo os analistas

escrito por MoneyLab 13/01/2026

As perspetivas para 2026 nos mercados financeiros estão a ganhar crescente relevância junto de investidores e decisores. Este interesse surge após um ano marcado por elevada volatilidade, mudanças na política monetária e tensões geopolíticas persistentes. Ao mesmo tempo, a inteligência artificial consolidou-se como uma força estrutural nos mercados globais.

Depois de um 2025 exigente, mas resiliente, o consenso dos analistas aponta para um cenário de continuidade. Ainda assim, 2026 deverá exigir maior seletividade, disciplina e foco nos fundamentos.

Volatilidade, tarifas e o ponto de viragem em 2025

O início de 2025 ficou marcado por uma correção significativa nos mercados financeiros. Este movimento foi provocado, sobretudo, pela imposição de tarifas comerciais por parte dos Estados Unidos. Como resultado, aumentaram os receios de desaceleração económica e de fragmentação do comércio internacional.

Mário Carvalho Fernandes, diretor de investimentos do Banco Carregosa, descreve 2025 como “o ano das tarifas e do Liberation Day”. Segundo o responsável, estas medidas tiveram um impacto direto na confiança dos investidores e no comportamento dos mercados.

Ainda assim, a correção acabou por ser temporária. Poucos meses depois, os mercados norte-americanos recuperaram de forma sólida. Este movimento foi impulsionado pelo investimento em tecnologia, infraestrutura e inteligência artificial.

Pedro Lino, CEO da Optimize Investment Partners, destaca que “2025 fica marcado pela volatilidade vivida no primeiro semestre, quando o mercado corrigiu quase 20%, e pela desvalorização do dólar”. Além disso, o gestor sublinha que o ponto de viragem ocorreu quando Donald Trump afirmou que seria “uma excelente altura para comprar ações”.

Navegar a volatilidade: disciplina como fator diferenciador

Apesar do contexto adverso, muitos investidores conseguiram gerar retornos positivos. No entanto, esse desempenho esteve longe de ser generalizado. Pelo contrário, exigiu uma abordagem disciplinada e uma gestão ativa do risco.

Rui Machado, diretor de investimentos da IM Gestão de Ativos (IMGA), refere que “2025 foi um ano de crescimento para quem soube navegar a volatilidade”. Segundo o responsável, as oportunidades surgiram sobretudo nos setores mais dinâmicos, desde que acompanhadas por uma postura prudente face aos riscos emergentes.

Nesse sentido, 2025 funcionou como um teste à consistência das estratégias de investimento. Mais do que antecipar movimentos de curto prazo, foi essencial manter foco no longo prazo.

Estados Unidos, Europa e China: uma divergência que pode aumentar

À medida que avançamos para 2026, a divergência entre regiões assume particular importância. Por um lado, os Estados Unidos continuam a demonstrar uma notável resiliência económica. Por outro, a Europa e a China enfrentam sinais mais claros de abrandamento.

Henrique Tomé, analista sénior da XTB, considera que “a questão do crescimento económico poderá ser um dos temas centrais do próximo ano”. Segundo o analista, embora já existam sinais de desaceleração na China e na Zona Euro, “os Estados Unidos continuam a mostrar uma notável resiliência”.

Além disso, Henrique Tomé antecipa que esta divergência possa acentuar-se em 2026. Tal cenário deverá estar relacionado, em grande parte, com a manutenção de taxas de juro relativamente elevadas.

Inteligência artificial como motor estrutural dos mercados

Apesar das diferenças regionais, existe um fator comum que marcou 2025 e continuará a influenciar as perspetivas para 2026 nos mercados financeiros: a inteligência artificial. Este tema esteve no centro das decisões de investimento ao longo do último ano.

Rui Machado, diretor de investimentos da IMGA, sublinha que “a Inteligência Artificial continuou a dominar as atenções”. De acordo com o gestor, empresas ligadas à tecnologia e à automação registaram valorizações expressivas, refletindo expectativas de ganhos futuros.

No entanto, este movimento também gerou preocupações. Segundo Rui Machado, o ritmo acelerado de valorização e a entrada de capital especulativo levantaram receios de uma possível bolha em alguns segmentos do mercado.

Crescimento moderado e maior seletividade em 2026

Para 2026, os analistas não antecipam uma rutura com o ciclo atual. Pelo contrário, o cenário base aponta para crescimento económico moderado, inflação mais controlada e uma política monetária menos restritiva.

Ainda assim, o contexto não será isento de desafios. As avaliações continuam elevadas em várias áreas do mercado. Por essa razão, a análise fundamental deverá assumir um papel cada vez mais relevante.

André Themudo, diretor de investimentos da BlackRock Portugal, reforça que “o enquadramento continuará marcado por níveis elevados de alavancagem e custos de capital superiores”. Segundo o responsável, este cenário exigirá maior seletividade por parte dos investidores, tanto a nível setorial como geográfico.

Em paralelo, Ângelo Custódio, diretor de investimentos do Banco Best, considera que “os instrumentos ligados à inteligência artificial continuam a ser um must have nos portfólios”. No entanto, o especialista alerta para a necessidade de uma abordagem seletiva, de forma a mitigar riscos de potenciais correções no setor.

Rotação setorial e novas oportunidades fora das grandes tecnológicas

Outro tema relevante para 2026 prende-se com a possível rotação dentro dos mercados acionistas. A narrativa poderá deixar de estar excessivamente concentrada nas grandes empresas tecnológicas.

Pedro Lino, CEO da Optimize Investment Partners, antecipa que “2026 deve ser um ano de rotação das maiores empresas para as médias”. Além disso, o gestor acredita que outros setores poderão beneficiar tanto da redução gradual das taxas de juro nos EUA como da implementação da inteligência artificial nas empresas.

Por conseguinte, a próxima fase do ciclo poderá ser marcada por maior dispersão de retornos. Neste contexto, a escolha criteriosa de ativos ganha ainda mais importância.

Política monetária e gestão de risco em destaque

A trajetória das taxas de juro continuará a ser um dos principais temas em 2026. Embora vários bancos centrais já tenham iniciado ciclos de cortes, o regresso a taxas negativas parece improvável no curto prazo.

Henrique Tomé, analista sénior da XTB, afirma que “o debate sobre a trajetória das taxas de juro deverá marcar grande parte do ano”. Segundo o analista, a realidade de taxas muito baixas poderá permanecer distante durante algum tempo.

Este enquadramento favorece uma construção de carteiras mais equilibrada. Assim, a diversificação e a gestão de risco tornam-se elementos centrais na estratégia de investimento.

Mário Carvalho Fernandes, diretor de investimentos do Banco Carregosa, considera que “o cenário mais provável é a continuação do ciclo económico em situação de normalidade”. De acordo com o responsável, este ambiente poderá permitir que os ativos financeiros apresentem desempenhos em linha com as suas rentabilidades históricas.

Mercados resilientes apesar da incerteza

Apesar da incerteza persistente, os mercados continuam a mostrar sinais de resiliência. Caso a atividade económica e os resultados das empresas se mantenham sólidos, o desempenho dos mercados poderá continuar positivo.

António Seladas, analista independente da AS Independent Research, afirma que “sem um arrefecimento efetivo das economias e pressão nos resultados das empresas, nomeadamente no S&P 500, é possível que os mercados continuem a subir”.

Esta visão é reforçada por Ângelo Custódio, diretor de investimentos do Banco Best, que destaca a importância da flexibilização da política monetária e da estabilização do comércio internacional. Além disso, o especialista sublinha que a Europa poderá beneficiar do aumento do investimento em infraestruturas e de uma eventual descida das taxas de juro.

Perspetivas para 2026 nos mercados financeiros: disciplina será decisiva

Depois de um 2025 marcado por fortes contrastes, 2026 surge como um ano de desafios, mas também de oportunidades. A inteligência artificial continuará a transformar vários setores da economia. Ao mesmo tempo, a política monetária e a geopolítica manterão um papel determinante.

Em síntese, a leitura dos analistas aponta para um fator comum: a seletividade será crucial. Num ambiente de equilíbrio delicado, a capacidade de manter disciplina, diversificação e foco nos fundamentos poderá ser o verdadeiro diferenciador para os investidores em 2026.

Perspetivas para 2026 nos mercados financeiros: o que esperar segundo os analistas was last modified: Janeiro 9th, 2026 by MoneyLab

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