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Como criar a sua carteira de investimento de longo prazo (passo a passo)

escrito por MoneyLab 16/10/2025

Quer começar a investir com o foco no longo prazo? Para o fazer, com sucesso, aprofunde o seu conhecimento e crie uma estratégia adaptada a si. Deixamos-lhe um guia para ajudar nos primeiros passos.

 

Uma carteira de investimentos de longo prazo, com uma estrutura diversificada, permite-lhe aproveitar o poder dos juros compostos (receber juros sobre juros, acumulando ganhos), reduzir o impacto da volatilidade (que se esbate num horizonte temporal mais alargado), investir com mais consistência e até mitigar a exposição ao risco (dividindo o portfólio por diversos ativos, garantindo que tem “os ovos espalhados por diversos cestos”).

Mas como estruturar um portfólio diversificado para maximizar os seus retornos, ao longo dos anos e adequado ao seu perfil? Siga estes 7 passos.

 

Passo 1 – Invista em conhecimento

Antes de começar a investir nos mercados, o mais importante é investir em si próprio: dedique tempo a aprender os essenciais do investimento que pretende fazer e a compreender conceitos básicos, como risco, retorno, diversificação e liquidez.

Ter uma boa base de conhecimento ajuda a tomar decisões mais informadas, a evitar erros comuns e a manter a calma quando o mercado oscila.

Procure fontes confiáveis de informação. Quanto mais souber, maior a confiança para estruturar a sua carteira e acompanhar a evolução dos seus investimentos ao longo do tempo.

 

Passo 2 – Defina os seus objetivos e o seu horizonte temporal

Um dos alicerces de uma estratégia é perceber para que está a investir e com que prazo conta. Está a pensar na reforma? Na compra de uma casa? Num fundo para os filhos? Defina as suas metas e o tempo necessário para as alcançar, de forma realista.

O objetivo e o horizonte temporal ajudam a definir:

  • o nível de risco que pode assumir;
  • os ativos mais adequados;
  • e a forma como deve diversificar.

 

Passo 3 – Conheça o seu perfil de investidor

Nem todas as pessoas têm a mesma tolerância ao risco. Há quem privilegie menos risco em detrimento de mais segurança do capital investido. Outros preferem mais risco, com a possibilidade de poderem obter maiores retornos. E no seu caso?

Conhecer o seu perfil de investidor e a tolerância que tem ao risco ajuda a orientar a sua estratégia (para que esteja mais adequada a si) e a evitar decisões impulsivas.

Existem três perfis principais de investidor:

  • Conservador: procura segurança e aceita retornos mais modestos;
  • Equilibrado: equilibra crescimento e estabilidade;
  • Dinâmico: tolera mais risco em troca de maior potencial de valorização.

 

Passo 4 – Diversifique por classes de ativos

Uma carteira diversificada por classe de ativos mitiga o risco e aumenta a resiliência ao longo do tempo. Mas atenção: a forma como diversifica deve respeitar o seu perfil de risco.

Se tem maior tolerância ao risco e um horizonte longo, pode optar por uma maior exposição a ações. Se prefere segurança ou tem objetivos de curto/médio prazo, pode privilegiar obrigações ou outros ativos de menor risco (não quer dizer que não possa ter ações, mas serão, idealmente, em menor percentagem do que num perfil mais dinâmico).

Eis algumas classes de ativos que pode combinar:

  • Ações: ideais para quem tem tempo e procura valorização no longo prazo. Têm maior potencial de retorno, mas também maior volatilidade.
  • Obrigações: oferecem maior estabilidade e servem como contrapeso à volatilidade das ações.
  • Commodities: investir em matérias-primas também permite diversificar o portfólio e, em certos casos, funcionam até como reserva de valor em momentos de maior instabilidade (como é o caso do ouro).
  • Numerário ou ativos de curto prazo: garantem liquidez no seu portfólio. Além das contas à ordem (onde o dinheiro acaba por desvalorizar), poderá procurar opções de remuneração pelo dinheiro não investido, como na plataforma da Trade Republic (TANB: 2%), que ajudam a rentabilizar a componente mais estável da carteira.

Também pode usar instrumentos como ETF para facilitar esta diversificação. Um ETF (Exchange Traded-Fund) é um fundo negociado em bolsa, composto por um conjunto de ativos – como ações, obrigações ou commodities. Ao replicar um índice acionista, por exemplo, o ETF tem uma exposição mais variada a diversas cotadas. É também uma alternativa de investimento mais acessível.

Outras formas de diversificar passam por investir em diferentes geografias e diferentes moedas, reduzindo o risco de estar exposto apenas a uma economia/moeda.

Não invista em ativos que não compreende. Aumente o seu conhecimento sobre as diferentes classes e instrumentos financeiros disponíveis. Analise com cuidado os diferentes produtos no mercado, antes de fazer as suas escolhas.

 

Passo 5 – Defina a percentagem a alocar a cada classe (e ajuste com o tempo)

Escolhidos os ativos onde vai investir, é o momento de decidir quanto alocar a cada um, consoante:

  • o seu perfil de risco;
  • o seu prazo;
  • e os seus objetivos financeiros.

Este equilíbrio pode ser ajustado com o tempo. À medida que se aproxima da meta (ex.: reforma, compra de casa), pode começar a reduzir o risco, transferindo parte da carteira para ativos de menor volatilidade.

 

Passo 6 – Escolha a sua plataforma de investimento

Para investir de forma eficiente, é importante escolher uma corretora ou outro intermediário financeiro que facilite a gestão da sua carteira no longo prazo, que seja fácil de usar e que ofereça as ferramentas necessárias para acompanhar os seus investimentos.

Antes de escolher, avalie fatores como comissões, facilidade de utilização da plataforma e oferta disponível de ativos, para garantir que a plataforma escolhida se adapta às suas necessidades e facilita o investimento a longo prazo.

A Trade Republic é um exemplo de plataforma acessível e intuitiva, que lhe permite criar uma carteira alinhada aos seus objetivos (com milhares de ativos disponíveis), acompanhar os seus investimentos e fazer ajustes. Além disso, através dos planos de investimento disponíveis, poderá também criar facilmente automatismos de reforços regulares de investimento (com uma periodicidade mensal, por exemplo).

 

Passo 7 – Automatize o investimento com consistência

Uma carteira de longo prazo não precisa de gestão diária. O mais importante é manter a consistência: investir todos os meses, com reforços regulares.

Essa prática permite beneficiar da estratégia de custo médio (ou dollar-cost averaging), que reduz o impacto das oscilações no preço de compra ao longo do tempo.

 

Em conclusão, investir a longo prazo é uma das formas mais inteligentes e eficazes de construir riqueza de forma sustentada. Com objetivos claros, uma estratégia bem definida, diversificação e uma plataforma de investimento robusta, estará mais próximo de alcançar as suas metas financeiras.

 

Este artigo foi desenvolvido no âmbito de uma parceria entre o MoneyLab e a Trade Republic, a propósito do MoneyLab Summit.

 

Disclaimer

As informações disponibilizadas nesta página têm caráter meramente informativo e educacional, não constituindo qualquer tipo de recomendação de investimento.

Investir envolve risco. O valor dos investimentos pode aumentar ou diminuir, podendo resultar na devolução de um montante inferior ao capital inicialmente investido. A performance passada de qualquer instrumento financeiro não garante resultados futuros.

É fundamental realizar a sua própria pesquisa antes de investir em qualquer produto financeiro ou utilizar qualquer serviço mencionado.

Para mais informações sobre os termos, condições e comissões associadas aos investimentos através da Trade Republic, consulte esta página.

Como criar a sua carteira de investimento de longo prazo (passo a passo) was last modified: Julho 10th, 2025 by MoneyLab

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