O programa GPE, Gestão de Património para Empresários, do MoneyLab ajuda empresários a transformar os resultados dos seus negócios em património pessoal. Para isso, reúne finanças empresariais, finanças pessoais, investimentos e proteção patrimonial numa estratégia que considera também os objetivos da família.
O primeiro grupo juntou 20 empresários de diferentes setores e de vários pontos do país. Em conjunto, as suas empresas empregam mais de 400 pessoas e faturam 100 milhões de euros.
Depois do trabalho desenvolvido ao longo do programa, a imersão presencial foi uma oportunidade para rever decisões, partilhar experiências e definir os próximos passos.
Porque é que a faturação não conta a história toda?
Uma empresa pode crescer sem que o empresário tenha uma visão clara do seu património pessoal. Afinal, faturação, lucro e património representam realidades diferentes.
No dia a dia, gerir equipas, acompanhar clientes e resolver problemas ocupa grande parte da atenção. Por isso, as decisões sobre as finanças pessoais acabam muitas vezes por ficar para depois.
Entretanto, o dinheiro continua concentrado no negócio e os objetivos da família nem sempre entram nas contas. Mesmo quem conhece bem os números da empresa pode nunca ter analisado a sua situação financeira como um todo.
Quanto depende a família dos rendimentos do negócio? Que parte do património está fora da empresa? E que decisões continuam por tomar?
É a partir destas perguntas que o programa GPE trabalha a relação entre o empresário, o negócio e o património.
O que se trabalha no programa GPE?
Com o apoio de mentores de diferentes áreas, os participantes começam por analisar os números da empresa e da vida pessoal. Este diagnóstico permite identificar ativos, dívidas, rendimentos e despesas, além de reconhecer prioridades.
A partir daí, o trabalho passa pela compreensão do contexto económico, dos instrumentos financeiros e das soluções bancárias. Assim, cada empresário pode desenvolver critérios para avaliar opções e compreender melhor os custos e riscos envolvidos.
A fiscalidade e os investimentos também fazem parte do percurso. Em vez de olhar para cada decisão isoladamente, o programa ajuda a enquadrá-la nos objetivos pessoais e empresariais.
Além disso, os participantes abordam a diversificação, a proteção e a estruturação do património. O objetivo é compreender a exposição ao negócio e avaliar formas de organizar o que estão a construir.
Há ainda espaço para trabalhar a tomada de decisão e explorar ferramentas de inteligência artificial. Por fim, cada participante reúne este trabalho num plano patrimonial com prioridades e próximos passos.
Os empresários por detrás dos números
Os 20 participantes deste primeiro grupo lideram negócios de diferentes dimensões, setores e regiões. Apesar dessas diferenças, partilham responsabilidades que fazem parte da realidade de muitas PME portuguesas.
Pagar salários ao fim do mês, manter clientes e acompanhar fornecedores exige decisões constantes. Ao mesmo tempo, é preciso encontrar soluções quando os custos sobem, uma encomenda atrasa ou a equipa precisa de apoio.
Os mais de 400 postos de trabalho e os 100 milhões de euros de faturação conjunta ajudam a perceber a dimensão deste grupo. Mas também mostram o alcance das decisões de quem está à frente destas empresas.
Ao reunir estas pessoas, o programa criou espaço para conversar sobre desafios comuns. Além da aprendizagem com os mentores, houve partilha de experiências entre empresários que conhecem de perto as exigências de gerir um negócio.
Uma imersão para rever o caminho e preparar o futuro
O encontro presencial de 16 de outubro de 2026 marcou o encerramento desta edição. Durante a imersão, os participantes olharam para o percurso feito e discutiram decisões que pretendem concretizar.
Metade do grupo não conseguiu estar presente nesse dia por incompatibilidade de agendas. Ainda assim, os 20 empresários fazem parte do trabalho desenvolvido ao longo do programa.
O encontro contou também com Bruno Mota, que partilhou a sua visão e experiência como empresário. O MoneyLab agradece a sua disponibilidade e generosidade em contribuir para esta conversa.
Depois das sessões e do acompanhamento, estar na mesma sala permitiu prolongar a troca de ideias e dedicar tempo aos próximos passos.
A literacia financeira também faz falta a quem gere empresas
Saber gerir um negócio não significa conhecer todas as opções para organizar o património pessoal. Por isso, a educação financeira tem um papel importante também na vida dos empresários.
Compreender os riscos, distinguir as finanças da empresa das pessoais e definir objetivos ajuda a fazer escolhas mais informadas. Dessa forma, as decisões deixam de depender apenas das necessidades imediatas do negócio.
O trabalho continua depois do programa. Estão a ser preparadas visitas às fábricas e às empresas dos participantes, além de novos encontros para manter a ligação entre o grupo.
Para o MoneyLab, é motivo de orgulho acompanhar estes empresários e a comunidade que se criou.
Como saber mais sobre o programa GPE
O programa GPE destina-se a empresários que procuram organizar, construir e proteger o seu património, tendo em conta o negócio, a vida pessoal e a família.
Se pretende conhecer a abordagem, o funcionamento e o processo de candidatura, consulte a página do programa.